segunda-feira, 7 de julho de 2008

Convocada a seleção olímpica que vai tentar o ouro inédito em Pequím

Dunga convocou, a pouco, os 18 jogadores brasileiros que representarão o futebol masculino nas Olimpíadas de Pequím na China, que começa em agosto. Destaques para a convocação de Ronaldinho Gaúcho e Robinho.

Confira a lista:

Goleiros: Diego Alves (Almería/ESP) e Renan (Internacional)

Laterais: Ilsinho (Shakhtar Donetsk/UCR) e Rafinha (Schalke 04/ALE) e Marcelo (Real Madrid/ESP)

Zagueiros: Alex Silva ( São Paulo), Breno (Bayern de Munique/ALE) e Thiago Silva (Fluminense).

Meio-campistas: Anderson (Manchester United/ING), Diego (Werder Bremen/ALE), Hernanes (São Paulo), Lucas (Liverpool/ING), Ronaldinho Gaúcho (Barcelona/ESP) e Thiago Neves (Fluminense).

Atacantes: Alexandre Pato (Milan/ITA), Jô (Manchester City/ING), Rafael Sóbis (Bétis/ESP) e Robinho (Real Madrid/ESP).

Ficaram de fora:

Goleiros: Cássio (Benfica/POR), Felipe (Santos)

Zagueiros: Henrique (Barcelona), Léo (Grêmio), Rodolpho (Atlético-PR), Leandro Almeida (Atlético-MG).

Laterais: Leonardo (Olympiakos/GRE), Filipe (Deportivo/ESP), Nei (Atlético-PR), Valmir (Vasco), Apodi (Santos).

Meio-campistas: Ramires e Charles (Cruzeiro), Arouca (Fluminense), Toró e Renato Augusto (Flamengo), Diego Souza (Palmeiras), Pedro Ken (Coritiba), Wagner (Cruzeiro).

Atacantes: Guilherme (Cruzeiro), Keirrison (Coritiba), Diogo (Portuguesa), Túlio de Melo (Le Mans/FRA).


Caio Matta Dias

domingo, 6 de julho de 2008

Na nona rodada, vitória do mengão e revés de adversarios pela ponta, faz rubro-negro carioca disparar na liderança.

A nona rodada termina com o Flamengo cada vez mais líder. O rubro-negro carioca fez a lição de casa vencendo o Náutico por 3 a 0, e ainda assistiu seus rivais direto na ponta superior da tabela sofrerem com as condições adversas. O mengão venceu tranquilamente sua partida, com atuação de gala de seus laterais, Juan, melhor jogador em campo segundo o técnico Caio Junior, e Leo Moura, autor de um golaço, o Flamengo aproveitou a velocidade de seus jogadores para explorar jogadas pelas laterais, e com mais dois gols, de Marcinho e Kléberson, sacramentou a vitória e se isolou na liderança, com 22 pontos e jogou o Náutico para a sexta posição com 14 pontos.
Cruzeiro e grêmio, principais concorrentes do Flamengo até então, sofrerão do mesmo mal. Jogando fora de casa contra times que buscavam a reabilitação, Sport e Botafogo respectivamente, não desenvolveram um bom futebol e perderam suas partidas. O time mineiro teve um jogo extremamente difícil na Ilha do Retiro, e com o campo em péssima condição e um gol contra do lateral, Marquinhos Paraná, o Cruzeiro acabou sofrendo um revés de um tento a zero. O time de recife subiu para a décima quarta posição com 11 pontos e o Cruzeiro para a segunda com 17. O Grêmio, por sua vez, encontrou muita dificuldade para armar suas jogadas, pela falta de seu principal articulador Roger, vendido. E sem criatividade, não conseguiu segurar a equipe rubro-negra carioca e acabou derrotada por 2 a 0. A equipe gaucha caiu para a terceira posição com 17 pontos e a carioca subiu para décima terceira com 11.
Palmeiras e São Paulo, também não conseguiram conquistar os 3 pontos na rodada. As equipes paulistas empataram seus jogos, com Atlético Mineiro e Ipatinga respectivamente, porém resultados que causaram impressões opostas. O verdão da capital paulista, comemorou o empate contra o galo, pois jogou com 6 desfalques e reforços recente como a dupla de zaga, jogando sem treinar juntos. Em uma bela cobrança de falta de Diego Souza o verdão arrancou um golzinho no final do segundo tempo, e voltou satisfeito de Minas. O Palmeiras está na quinta colocação com 17 pontos e o Galo na décima quinta com 11. Já o tricolor teve um jogo ridículo em pleno Morumbi, e quase foi derrotado pelo vice- lanterna Ipatinga. Rogério Ceni foi o salvador da pátria, e o goleiro, assim como toda comissão técnica, saíram muito insatisfeitos com a equipe. O Ipatinga segue na vice lanterna com 6 pontos e o São Paulo está na sétima com 14.
O vitória conquistou uma excelente vitória de 2 a 1 diante da Portuguesa em pleno Canindé. E com 17 pontos entrou no G4, assumindo a quarta posição. A lusa caiu para a nona posição com 12 pontos. Muita velocidade, e jogadas sendo iniciadas e criadas pelas laterais foram o que marcaram o confronto, O vitória começa a incomodar os grandes nesse brasileirão. Já outro rubro negro, o do Paraná, venceu o desestruturado Santos em casa com um gol de Alan Bahia, por 1 a 0, e chegou aos 12 pontos assegurando a oitava posição. E o peixe, novamente com uma exibição fraca, está na décima oitava posição com apenas 6 pontos.
Dois confrontos intermediários fizeram os vencedores subirem 3 posições na tabela. Figueirense e Internacional, venceram em casa Vasco e Coritiba respectivamente, e estão na frente numa possível briga pela vaga na copa Sul-Americana. Dois jogadores que são os principais articuladores de suas equipes foram os heróis da partida. Para a equipe Catarinense, Cleiton Xavier com 2 gols garantiu a virada e assegurou os 3 pontos que colocaram o Tigre na décima posição com 12 pontos, enquanto o derrotado Vasco com 11 pontos caiu para a décima segunda. E em Porto Alegre, o nome do jogo foi Alex, que marcou os 3 gols da vitória diante do coxa por 3 a 0. O inter chega aos 11 pontos e a décima primeira posição, enquanto o Coritiba cai para a décima sexta posição com 10 pontos.
O jogo que fechou a rodada foi de dois times que estão na zona de rebaixamento. E o Goiás acabou que venceu a partida em casa contra o aventureiro Fluminense, que tem se complicado cada vez mais no campeonato. Com um gol de Iarley, o alviverde venceu por 1 a 0, e sobe para a décima sétima posição com 8 pontos ganhos. Já o Fluminense se mantém cada vez mais lanterna, com apenas 3 pontos ganhos. A lobby para a conquista da libertadores parece não ter dado muito certo.

Corrida maluca

O GP de Silverstone foi uma corrida que aconteceu de tudo um pouco. Muitas rodadas, muitas ultrapassagens e diversas surpresas. A Ferrari continua aprontando das suas, mais uma vez errou na estratégia e comprometeu a corrida de seus pilotos.

Felipe Massa rodou inúmeras vezes e depois da bobagem da Ferrari em continuar com os pneus usados, no primeiro pit stop, correu apenas para completar a prova, sem nenhuma competitividade. E tirou o pódio, quase certo, de Kimi Raikkonem, que em uma corrida de recuperação conseguiu um ótimo quarto lugar, deixando-o com os mesmos 48 pontos de Hamilton e Massa, na liderança do mundial.

Com o apoio da torcida inglesa, Lewis Hamilton, em uma corrida perfeita, liderou praticamente de ponta a ponta, afastando as criticas impostas a ele depois do vacilo no treino oficial e dos problemas enfrentados nas ultimas corridas, e pelos critérios de desempate é o novo líder do mundial de pilotos. A segunda colocação ficou com Nick Heidfeld, da BMW Sauber, que se segurou bem na pista molhada.

Porém o destaque da corrida ficou com o Rubinho, mesmo com a sua Honda, conseguiu ser o carro mais rápido da pista em grande parte da prova, mostrando toda a sua categoria na chuva, fez a escolha certa nos pneus e conseguiu a terceira colocação. Um pódio heróico, muito comemorado pela equipe, que certamente valeu como se fosse uma vitória.


Classificação finas do GP da Inglaterra:

1º- Lewis Hamilton (ING/McLaren)
2º- Nick Heidfeld (ALE/BMW) - a 1min08s500
3º- Rubens Barrichello (BRA/Honda) - a 1min22s200
4º- Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari) - a uma volta
5º- Heikki Kovalainen (FIN/McLaren) - a uma volta
6º- Fernando Alonso (ESP/Renault) - a uma volta
7º- Kazuki Nakajima (JAP/Williams) - a uma volta
8º- Jarno Trulli (ITA/Toyota) - a uma volta
9º- Nico Rosberg (ALE/Williams) - a uma volta
10º- Mark Webber (AUS/Red Bull) - a uma volta
11º- Sébastien Bourdais (FRA/Toro Rosso) - a uma volta
12º- Timo Glock (ALE/Toyota) - a uma volta
13º- Felipe Massa (BRA/Ferrari) - a duas voltas
Marcos Garcia

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Thiago Neves deu Show, mas quem virou herói foi o goleirão catimbeiro Cevallos


Fluminense x LDU

Jogo de fortes emoções, o Fluminense precisava se recuperar da altitude de Quito, onde perdeu de 4 x 2, e fazer de tudo no jogo mais importante da sua história. Precisava de dois gols de diferença para levar a partida para a prorrogação e de três gols para ser campeão direto.

O Fluminense partiu com tudo para cima da LDU, indo para o ataque de forma intensa. Porém, em um contra ataque, Guerrón pega a bola pela direita, faz grande jogada, cruza rasteiro para o meio da área, e Bolaños livre abre o placar da partida, no primeiro chute no gol da LDU, aos 5’, deixando os tricolores com muita tensão.

A torcida do Fluminense, mesmo com o baque do gol, começou a gritar e a incentivar a equipe com o canto “eu acredito”. O calor da torcida parece ter acordado o Fluzão, e Thiago Neves, aos 11’, conduziu a bola para a entrada da área da LDU, e de canhota chutou a bola, colocando no cantinho, sem chances para o goleiro Cevallos. A torcida estremeceu o Maracá, cantando cada vez mais.

O tricolor não parava de pressionar, e em um lance de esperteza marcou seu segundo gol. Cícero recebeu a bola livre, em cobrança inteligente de lateral, dominou a bola, e cruzou para a área, Thiago Neves ganha na corrida do marcador, e balançou as redes, marcando seu segundo gol na partida, incendiando o jogo. O Fluminense tentou de varias maneiras chegar ao gol, mas não teve êxito e o placar do primeiro tempo terminou em 2 x 1 pro Flu.


No recomeço da partida, o tricolor carioca, continuou todo para frente. Em noite iluminada, outra vez ele, Thiago Neves, aos 11’, marcou o terceiro do Fluminense e o terceiro dele na partida, em cobrança de falta perfeita. O estádio quase veio abaixo, e com esse resultado a partida caminhava para a prorrogação.

A partir daí a partida deu uma acalmada, a LDU começou a equilibrar a partida, e ambas as equipes tiveram chances de marcar. A cada minuto que passava, a angustia aumentava mais e mais. Ninguém conseguiu marcar, e a partida terminou no tempo regulamentar em 3 x 1. Com a diferença de dois gol o jogo final foi para a prorrogação.

As equipes estavam muito cansadas, mas mesmo assim, fizeram uma prorrogação emocionante tendo diversas chances. O juiz anulou no segundo tempo da prorrogação um gol legitimo da LDU, vendo impedimento onde não existia. E no finalzinho, Guerrón, arruma uma jogada do nada, parte com a bola do campo de defesa, coloca na frente, e só e parado por Luiz Henrique na entrada da área, que é expulso sem reclamação, cartão vermelho que pode ter substituído pelo gol. E a partida foi para os pênaltis.

Nos pênaltis, o goleiro Cevallos fez a diferença, defendeu simplesmente as cobranças de Darío Conca, Thiago Neves e para garantir o titulo pegou o pênalti de Washigton, 3 x 1 LDU nos pênaltis, Campeão da Copa Libertadores da América, um titulo inédito para a LDU e na história do Equador, desacreditando a torcida do Fluminense.
Marcos Garcia
As imagens desta matéria foram encontradas do google imagens ou de sites esportivos (www.gazetaesportiva.net; www.globoesporte.com; www.lance.com). O vídeo foi encontrado e está disponível no Youtube.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

E agora, quem é que anda amarelando?

Desacreditada, a Espanha chegou a Eurocopa, com o técnico Luiz Aragonés balançando no seu cargo. Mas com um grande futebol, acabou vencendo todos os obstáculos e reconquistou a Europa depois de 44 anos.

A Fúria apresentou um bom futebol durante toda a competição e foi crescendo cada vez mais. Mesmo com a opção de deixar Fábregas no banco, a Espanha mostrou-se bem ofensiva, com Villa em grande forma, Fernando Torres longe do melhor desempenho, porém decisivo na hora certa e um meio-campo muito rápido e criativo com David Silva sendo de uma importância fora de sério na armação das jogadas pela esquerda. Marcos Senna desempenhou o papel de marcador com alguma habilidade, Xavi e Iniesta, fizeram uma parceria, que com muita firmeza, faziam a transição entre defesa e ataque. Com essa firmeza e regularidade, Xavi Hernández, foi eleito o melhor jogador da Eurocopa.

Não podemos esquecer do setor defensivo, comandado pelo veterano Puyol, que não deixou a desejar, trazendo confiança para o resto da equipe. E é claro, o capitão Casillas, que foi sensacional nos momentos em que o time mais precisou dele, com muita segurança, foi um dos destaques da competição.

A Espanha, sempre contou com grandes times, com bons valores individuais, mas trazia consigo, um medo de vencer seus próprios estigmas e estereótipos, que com o tempo acabou atribuindo a seleção espanhola o rótulo de “pipoqueira” e de “amarelar”.

Nenhuma equipe apresentou algum jogador fora do normal, entretanto, a Espanha, com seu time jovem e de grandes promessas, apresentou um futebol bonito de se ver, um conjunto muito bem montado, cada um desempenhando a sua função tática da melhor maneira possível, e com isso, foi premiada com o título europeu. Assim, a seleção da Espanha mandou para bem longe seus rótulos e é vista agora como uma seleção de futuro, que conta com uma ótima geração.


Marcos Garcia

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Furiosos - Espanha volta a dar show e está na final

A Espanha normalmente é tratada como uma das seleções favoritas em qualquer título que esteja disputando. Entretanto, por ser tratada como favorita e acabar decepcionando, acabou sendo menosprezada pela opinião popular e da mídia. Principalmente após a Copa do Mundo de 2006, quando a "a Fúria" apresentou o melhor futebol da primeira fase e acabou eliminada pela França logo nas oitavas-de-final.

Disposta a mudar a fama de amarelar, a Espanha novamente foi uma das melhores equipes da primeira fase da Euro. Nas quartas-de-final, derrotou a poderosa e tradicional Itália. Hoje, na semi, enfrentou a Rússia e voltou a apresentar um futebol vistoso, se classificando com uma vitória por 3 a 0 e garantindo vaga na decisão contra a Alemanha, que ontem passou pela Turquia.

O primeiro tempo foi fraco, mas ainda assim o domínio era espanhol. A Rússia pouco assustava o gol do excelente Casillas. Já a Espanha chegava mais, mas não com tanto perigo.

Ainda no primeiro tempo os espanhóis sofreram uma baixa que acabou assustando toda a torcida. David Villa, a estrela do time e artilheiro da Espanha na competição, acabou se contundindo e foi obrigado a ser substituído. Em seu lugar, entrou Cesc Fábregas, meia do Arsenal, que viria a ser um dos destaques do confronto.

O segundo tempo começou e logo no início a Fúria mostrou seu poder. Em uma jogada toda tramada por jogadores do Barcelona, a equipe chegou ao gol logo aos cinco minutos da etapa final. Iniesta fez boa jogada pela esquerda, passou pela defesa e chutou cruzado - todo torto, é verdade. No caminho, Xavi apareceu para desviar e jogar para as redes.

Aos 23 minutos do segundo tempo foi a vez de Fernando Torres ser substituído, mas por opção do treinador Luis Aragonés. Ele deu lugar a Daniel Güiza, artilheiro do último Campeonato Espanhol. Cinco minutos depois, David Silva encontrou Fábregas, que com um toque de primeira, por cima da defesa, deixou Güiza na cara do goleiro. O artilheiro não desperdiçou e marcou o segundo gol espanhol, praticamente aniquiliando as chances russas.

Ainda houve tempo para mais um. Aos 37, Fábregas voltou a aparecer e deixou David Silva de frente para o gol. O meia do Valencia apenas deslocou o goleiro, fazendo o terceiro e dando números finais ao placar.

A Espanha, que venceu todos os jogos na primeira fase apresentando um excelente futebol, derrotou a tradicional Itália nas quartas e voltou a golear a Rússia na semi (na primeira fase venceram os russos por 4 a 1), chega à final para enfrentar a também tradicional Alemanha.

Agora sem amarelar, como os críticos adoram dizer (e eu não concordo). Dessa vez a Espanha está, realmente, furiosa.

Vinícius Giannini

Veja os gols da partida:

As imagens desta matéria foram encontradas do google imagens ou de sites esportivos (www.gazetaesportiva.net; www.globoesporte.com; www.lance.com). O vídeo foi encontrado e está disponível no Youtube.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Fluminense faz péssimo primeiro tempo, sofre com altitude, é goleado e vai com tudo para o jogo da vida no Maracanã

LDU x Fluminense

Certamente, um dos jogos mais importantes da história do Fluminense. O Fluzão encarou a Liga Desportiva Universitária (LDU), no Estádio Casa Blanca, em Quito, no Equador, na partida de ida da final da Copa Libertadores da América.

O Fluminense fez a melhor campanha da fase de grupos e com isso adquiriu a vantagem de sempre decidir em casa as partidas, aonde sempre consegue bons resultados. Nesta Libertadores, superou dois times de muita tradição no torneio sul-americano, São Paulo e Boca Juniors, conseguindo reverter resultados contrários, empregando muito bem o fator casa para tais façanhas.

Do outro lado, a equipe da LDU, que é a base da seleção equatoriana, e sabe tirar vantagem da altitude de 2.800 metros da cidade de Quito. Podemos ressaltar ainda, que os times brasileiros que enfrentaram o time equatoriano, em Quito, nos últimos anos tiveram grandes dificuldades. Entretanto, ao contrário do time brasileiro, a LDU não tem obtido seus melhores resultados em casa, com empates nos últimos dois jogos da competição.

Logo no início da partida, a LDU partiu para cima, e com menos de 2’ o atacante Bieler antecipou a Thiago Silva de carrinho, e abriu o marcador em um cruzamento vindo da direita.

Thiago Neves sofre falta, aos 10’, Darío Conco cobra, e coloca a bola no ângulo, empatando a partida para o Fluminense.

Aos 28’, uma cobrança de falta para a LDU, a bola bateu na barreira, sobrou para Bieler que soltou a bomba e Fernando Henrique fez grande defesa, mas deu rebote e Guerrón, o craque do time, emendou de primeira, desempatando a partida. 2 x 1 LDU.

Cobrança de escanteio pela direita, aos 33’, Bolanõs alça a bola , Campos sobe na entrada da pequena área, sobe e devia a bola para trás de cabeça e aumenta o placar para a LDU, 3 x 1.

Em nova cobrança de escanteio, só que agora pela esquerda, Manso coloca a bola no primeiro pau, o atacante Washington do tricolor carioca tenta afastar, mas acaba desviando a bola para trás, e sozinho Patrício Urrutia, de cabeça alarga o marcador, aos 45’,. 4 x 1 LDU. O primeiro tempo acaba de forma incrível, a LDU conquistou uma grande vantagem, a altitude de Quito, parece estar afetando os jogadores do Fluminense.

Na segunda etapa, aos 6’, Gabriel faz um cruzamento pela direita, e Thiago Neves toca de cabeça, e faz o segundo gol tricolor, diminuindo a diferença, e incendiando a partida. Todavia, a reação acabou por aí, ambos, tiveram algumas chances sem alcançar o êxito e o cansaço da altitude apareceu. Final de jogo LDU 4 x 2 Fluminense.

O Fluminense precisa vencer em casa por uma vantagem de 3 gols para ficar com o título, e de 2 gols para levar o jogo para a prorrogação.A partida de volta será realizada no estádio do Maracanã, na próxima quarta feira, dia 2 de julho, repleto de tricolores, que esgotaram os ingressos para a decisão em poucas horas, eufóricos para a conquista da inédita Copa Libertadores da América.

Marcos Garcia



Fotos Agência Photocâmera e Agência EFE

Em um jogo com muita emoção, mais uma vez quem prevalece é a tradição

Alemanha x Turquia


Uma tarde incomum na Basiléia, Suíça. O estádio St. Jacob-Park está decorado de vermelho e branco. Mas não é por que a seleção suíça irá jogar, mas sim, alemães e turcos, que deixam de lado suas diferenças na história, para decidir em 90 minutos quem é melhor no planeta bola. A seleção vitoriosa terá o direito de disputar a decisão da Eurocopa 2008 contra o vencedor do jogo de amanha Rússia x Espanha.
A seleção Turca chega nesta semifinal de forma surpreendente. Na fase de grupos classificou-se de forma heróica ao vencer jogos de virada, contra a anfitriã Suíça e a forte Republica Checa. Já nas quartas de final venceu a, então favorita, Croácia nos pênaltis, após conseguir um empate nos acréscimos da prorrogação. Porém, terá a poderosa Alemanha a sua frente. Com um time que da retribui em dobro na raça a falta de técnica, e com uma camisa que tem um peso enorme quando chega a decisões, a seleção alemã tem amplo favoritismo contra a equipe turca, que para piorar tem somente tres jogadores no banco a disposição do técnico Fatih Terim. Todavia, a Turquia é forte, e como tem feito durante esta Eurocopa tenta novamente surpreender, o problema é que agora é surpreender um grande.
A Alemanha, desde 1951, disputou 17 jogos contra a seleção turca, e venceu 11. O que trás ainda mais força para está desprestigiada, porém grandiosa, equipe voltar a vencer. Pois, além do imenso favoritismo nos confrontos durante a história, estão a duas vitórias de levar mais um título para o país, o que não acontece desde 1996.
A formação de uma linha de quatro e outra de cinco jogadores, com apenas Senturik isolado no ataque, traria a impressão de que a Turquia iria jogar prevalecendo dos contra-ataques, e teria de segurar o poder alemão a qualquer custo. Mas não é assim que começa o jogo, a Turquia inicia o confronto abusada, partindo pra cima da Alemanha e se defendendo muito bem nos contra-ataques. E aos 7 minutos em falha grotesca de Lahm, quase Senturik abre o placar para os turcos. A surpreendente Turquia não estava se revelando somente ao adversário, mas a todos que estavam assistindo ao espetáculo.
O ritmo de jogo era ditado pela seleção turca, que estava sabendo usar muito bem seus alas, principalmente o que atua pelo lado esquerdo Ugur Boral. E as 12 Kazim Kazim, acerta um belo chute na trave, e a seleção alemã passava a se desesperar em campo, e não conseguia construir nenhuma jogada. Após o inicio afoito, a seleção galega consegue se acertar e ter um pouco mais de posse de bola, conseguiram marcar a saída de bola turca, e se acertaram em campo. Porém aos 21, quando a Alemanha parecia ter se achado em campo, Kazim arrisca um chute meio torto e acerta o travessão, e no rebote e ala Boral consegue colocar por baixo das pernas de Lehmam, a Turquia fazia 1 x 0 na Alemanha.
A Alemanha não deixou se abater pelo gol, pelo contrário, parece ter despertado. E logo aos 26 minutos, quando a comunidade de cerca de 2,5 milhões de turcos, que vivem na Alemanha, comemoravam, Podolski recebe a bola pela esquerda e cruza para o meio da área, quando Schweinsteiger aparece para colocar a bola na rede. Era o empate alemão e a tristeza do povo turco q teve cerca de míseros 5 minutos para comemorar.
E com o empate em 1 a 1 que o jogo se estendeu até o fim do primeiro tempo. Etapa esta, que teve um domínio muito maior dos turcos, mas como é característico do futebol alemão, apesar de estar sufocado pelo adversário, conseguem achar um espaço e criar grandes oportunidades de jogadas, o jogo passa a ficar mais equilibrado.
Os times voltam do intervalo mais cautelosos, e o jogo se mantém equilibrado, sem nenhuma jogada de muito efeito e nenhum grande perigo de gol. A não ser aos 9 quando um chute muito forte passa raspando a meta de Rustu. A Alemanha parece disposta a conseguir a vaga. Porém a Turquia logo começa a ditar o jogo novamente, a Alemanha atua melhor do que na primeira etapa, porém está sem criatividade para varar o grande bloqueio turco. E equilibradíssimo o jogo se mantém até os 37 do segundo tempo, quando em um cruzamento na área, o goleiro Rustu saiu mau e Klose, sempre oportunista, colocou a bola nas redes. A menos de 10 minutos do fim 2 a 1 Alemanha.
Mas o adversário alemão não era qualquer um, e sim, a surpreendente Turquia, que em menos de 2 minutos, em um cruzamento da direita e um sutil desvio de Senturk, empata o jogo para tristeza alemã. Quando tudo parecia se encaminhar para a prorrogação, Lahm, excelente ala alemão, faz uma tabela pela esquerda e bate com muita categoria no ângulo de Rustu. Um belo gol, talvez não merecido pelo que a poderosa Alemanha apresentou nessa semifinal, mas extremamente merecido pela força, garra e raça que a Alemanha sempre mostrou em seus momentos decisivos.
Fim de jogo na Basiléia, e festa alemã, 3 x 2 em um jogo muito emocionante. Esta noite Berlim dormirá tranqüila, pois, depois de 12 anos, um titulo está muito próximo, pois quaisquer que seja o adversário na final ( Rússia ou Espanha ), nenhum dos dois possui metade da tradição alemã. Mas o que conta, é bola rolando, então comemoração alemã agora é valida. Mas não pode abusar. Pois a final será somente no fim de semana, e com esse futebol, a Alemanha tem de tomar cuidado para não se afogar no chopp.

Guilherme Matta

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terça-feira, 24 de junho de 2008

É hora de relembrar, São Paulo x Corinthians, decisão Campeonato Paulista de 1998

A coluna, Memória Esportiva, trata daquelas lembranças especiais que somente o esporte pode nos proporcionar. Vamos relembrar, nesta primeira recordação, a maravilhosa decisão do Campeonato Paulista de 1998.

Era domingo, 10 de maio de 1998, um dia das mães mais que fantástico, o jogo final do Paulistão 98, entre dois clubes gigantes, São Paulo e Corinthians. O Morumbi estava completamente lotado, as torcidas faziam um espetáculo à parte, gritando, torcendo, mandando vibrações positivas para suas equipes.

O Corinthians veio a campo no clima de “já ganhou”, pelo bom resultado obtido na primeira partida final, no mesmo Morumbi, uma semana antes, por 2 x 1, com gols de Marcelinho Carioca e do zagueiro Cris, para o timão, e de Fabiano, para o tricolor. Já o São Paulo, não ganhava um título de expressão desde 1993, e amargurava dois vice-campeonatos Paulista seguidos, um conquistado no quadrangular decisivo de 1996, onde o Palmeiras se sagrou campeão, e outro na traumática final de 1997, com o próprio Corinthias, no empate de 1 x 1, com o gol do título, do time de parque São Jorge, sendo marcado pelo ex-saopaulino André Luis.

Quando o placar eletrônico do estádio anunciava as escalações da equipes que entrariam no jogo, um nome fez a torcida são-paulina delirar, e trouxe maus pressentimentos aos corintianos. Com a camisa número 23, o craque e eterno ídolo Raí, estava de volta, reestreando no tricolor, depois de 5 anos. Vale ressaltar, que a entrada de Raí no time titular do São Paulo, foi um risco assumido pelo técnico Nelsinho Baptista, na tentativa de deixar o time mais ofensivo.

Logo no início da partida, o tricolor perdeu o zagueiro Márcio Santos, aos 9’, contundido, e em seu lugar entrou Bordon. Contusão, que deu força para a equipe do São Paulo partir para cima, com muita raça, arrepiando a torcida com o belo desempenho dentro de campo. Todo o esforço tricolor foi recompensado, aos 30’, o lateral direito Zé Carlos cruzou a bola na área, França desviou de cabeça para trás, e Raí, também de cabeça, colocou a bola no fundo do gol, sem chances para o goleiro Nei. 1 x 0 São Paulo.

No segundo tempo, o técnico corintiano, Wanderley Luxemburgo, mandou seu time para frente, tirou o lateral direito Rodrigo, e colocou o atacante Didi. A alteração surge efeito, aos 5’, o colombiano Rincón faz belo passe para Didi, que corta para a área e chuta no ângulo, tirando de Rogério Ceni, um gol maravilhoso no Morumbi, empatando a partida.

Em uma jogada rápida, Raí troca passes com França, e coloca o artilheiro na cara do gol, que com muita tranqüilidade marca o segundo tricolor, aos 10’. Resultado, que já daria o título ao São Paulo, por possuir a melhor campanha do primeiro turno, com 8 vitórias, um empate e uma derrota. Aos 33’, Raí foi ovacionado pela torcida tricolor, ao ser substituído por Aristzábal, aos gritos de "Raí, rei do Morumbi".

O golpe de misericórdia foi dado aos 37’. Denílson faz ótima jogada pela esquerda, dribla os zagueiros, até chegar na linha de fundo e tocar para trás para França, que domina a bola, vira e marca o terceiro gol do são-paulino, tornando-se o artilheiro da competição com 12 gols, sacramentando a partida, SÃO PAULO CAMPEÃO PAULISTA DE 1998.

Escalações da final:

São Paulo: Rogério Ceni, Zé Carlos, Capitão, Márcio Santos (Bordon) e Serginho; Alexandre, Fabiano, Raí (Aristizábal) e Carlos Miguel (Gallo); França e Denílson Técnico: Nelsinho Batista.
Corinthians:Nei; Rodrigo (Didi), Cris, Gamarra e Silvinho; Romeu (Edílson), Vampeta, Rincón e Souza (Marcelinho Paulista); Marcelinho Carioca e Mirandinha Técnico: Wanderley Luxemburgo.

Jogos do Tricolor no Paulistão 98:

Santos 2 x 3 São Paulo - 07/03/98
São Paulo 5 x 0 Rio Branco - 10/3/98
Matonense 2 x 0 São Paulo - 15/03/98
São Paulo 0 x 0 Portuguesa - 17/03/98
São Jose 1 x 5 São Paulo - 21/3/98
São Paulo 2 x 1 Santos - 28/3/98
Rio Branco 1 x 4 São Paulo - 02/04/98
São Paulo 3 x 1 Matonense - 05/04/98
Portuguesa 1 x 3 São Paulo - 07/04/98
São Paulo 6 x 1 São José - 12/04/98
Palmeiras 1 x 2 São Paulo - 19/04/98
São Paulo 3 x 1 Palmeiras - 25/04/98
Corinthians 2 x 1 São Paulo - 03/05/98
São Paulo 3 x 1 Corinthians - 10/5/98

Marcos Garcia


Veja a matéria do Globo Esporte sobre a final do Paulistão 98:

Marcos Garcia

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segunda-feira, 23 de junho de 2008

O Brasil que ensinou o mundo a jogar futebol, agora precisa ter umas aulinhas com seus ex-alunos

Caros penta campeões do mundo, torcedores da seleção canarinha.
Nunca imaginariamos ver uma Seleção Brasileira com características de Europa e seleções européias jogando como o futebol brasileiro.
Quando se fala de Seleção Brasileira, logo imaginamos laterais avançando o tempo todo; volantes desarmando e saindo pro jogo com qualidade; meias habilidosos dando show e atacantes matadores rematando com qualidade para a baliza. Não é bem isso que vemos no time de Dunga:
Defesa batendo cabeça (contra o paraguai uma cobrança de escanteio pífia, rasteira do ataque paraguaio, nenhum pé para cortar a bola e nenhuma alma para marcar o Santa Cruz no primeiro gol dos guaranis); laterais que não sabem cruzar (Maicon e o museu Gilberto); volantes que não tem qualidade no passe e são reservas em seus clubes (Josué, Gilberto Silva e Mineiro); meias que muitas vezes são volantes e não meias(Ânderson é volante no manchester, Júlio Baptista foi o melhor contra os hermanos, mas não possui características de um camisa 10 brasileiro legítimo); centro-avantes que não podem ser crucificados, pois a bola não chega; (Adriano, Luís Fabiano...) e o Robinho que precisa chamar a responsabilidade, assim como fez na Copa América, não está nem entrando em campo. Eu não vi!
Assistindo a Eurocopa é visivel perceber que o futebol está mudando radicalmente. Exemplos: a Rússia jogando com apenas um volante centralizado 'a frente da defesa (Semak) e dois falsos volantes que apoiam muito bem (Zirianov e Semchov). A Holanda com apenas De Jong de cão de guarda e Engelar que além de marcar possui um ótimo passe e lançamento longo, Van der Vaart e Sneijder (dando show) armam o time. A Itália se acertou quando tirou o único volante legítimo(Gattuso) e jogou com um trio de meio-campistas fazendo esse papel, em que todos os três além de ótimos ladrões de bola, sabem chutar, lançar e passar muito bem (Pirlo, De Rossi e Perrotta). A França com dois volantes; um marcador (Makelele) e outro saindo mais (Toulalan); e dois meias bem abertos como se fossem antigos ponteiros (Ribery e, ora Govou, ora Malouda). República Tcehca com 5 meio campistas, mas quatro deles atacavam; Galasek ficava protegendo a zaga, saiam pela esquerda Polak e Matejovski, e pela direita Plasil e Sionko. Portugal com apenas um volante de origem (Petit), dois meias ajudando a marcar (João Moutinho e Deco) e dois pontas muito rápidos e habilidosos (Simão Sabrosa e Cristiano Ronaldo). A Espanha com Marcos Senna e Xavi que são volantes, mas sabem sair jogando, chutam de longe, ajudam a armar o time, possuem passes qualificados etc.
Parece pegadinha, mas não é, o futebol europeu está jogando para atacar, buscando o gol a todo momento com esquemas de no máximo dois volantes e meio-campistas bem abertos como se fossem pontas. Já nosso futebol penta campeão, está burocrático e defensivo com trio de volantes e meias defensivos.
Espero que o Dunga esteja assistindo a Eurocopa e percebendo que: para jogar com três volantes, no mínimo dois deles precisam saber atacar; que faz parte da função de um lateral, avançar e cruzar; que dá sim para jogar com pontas...
O que está acontecendo com nosso futebol? Por que 3 volantes? Por que não se fazem mais pontas como antigamente? Eu respondo!
Os problemas estão nas categorias de base dos cluber brasileiros. Enquanto na Europa o sub-13 do Barcelona treina com o esquema 4-3-3 (com apenas um volante, meia-direita, meia-esquerda, ponta-direita, ponta-esquerda e um centro-avante), o sub-13 do Palmeiras joga com um esquema 3-5-2. É brincadeira! Com isso a molecada já se desenvolve no futebol com a mentalidade de se defender, acabam-se os pontas rápidos, os meias habilidosos e os laterais que vem e vão o tempo todo.
Parece que os Europeus aprenderam o nosso segredo, estão ensinando seus jogadores desde pequenos a jogarem como penta-campeões, enquanto isso... nossas futuras promessas se tornarão ótimos carregadores de piano, "Dunga's", "Gattuso's", "Marcinho's Guerreiro" e por aí vai.
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PROJETO GÊNIO DA BOLA
Pensando no futuro do nosso futebol, e preocupado com os esquemas defensivos das bases brasileiras, o técnico do Palmeiras Vanderlei Luxemburgo lançou no dia 18 de junho o projeto "Gênio da Bola", ao lado dos dos ex-atletas Pepe, Mengálvio, Coutinho, Dorval e Félix.
As inscrições vão acontecer pela internet, e através de um processo seletivo, 240 garotos, entre 10 e 19 anos, serão escolhidos para participarem da avaliação de campo, que será coordenado e supervisionado pelos ex-craques do passado. O vencedor receberá uma bolsa de R$ 2.500 e terá a oportunidade de atuar por um grande clube do futebol brasileiro.

Luxa disse que a oportunidade de aprender ao lado de craques do passado é mais do que importante. É uma questão de necessidade. E tem certeza que esse projeto vai dar certo pelas pessoas que estão envolvidas e pela seriedade como as coisas serão conduzidas. Ele criticou a maneira como os garotos vem sendo formados nas categorias de base, disse que o futebol brasileiro perdeu a essência, pois os times do infantil, do juvenil, atuam com três zagueiros e três volantes e que a ausência do futebol alegre e ofensivo acontece desde cedo, ao contrário da Europa, em que os clubes atuam com três atacantes e somente um volante.
Para o treinador palmeirense, os jogadores do passado que foram verdadeiros "gênios da bola" precisam ter participação mais ativa no processo de formação dos garotos, pois hoje em dia existem professores de educação física dando aulas para os jovens e estão ensinando o futebol de maneira errada. A preocupação da formação de jovens valores precisa ser feita por profissionais da bola, assim como os ex-jogadores.
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Caio Matta Dias
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